ESCOLHER O QUÊ?

ESCOLHER O QUÊ?

4ff9d0_9aace6a1416b4b55973fc2d5d4cc0afc-mv2_d_4592_3056_s_4_2.jpgEscolher… uma palavra tão simples! Transmite-nos um mundo de possibilidades, uma infinidade de opções, uma ideia de que tudo é possível e que, para isso, basta escolher! Mas se por um lado esta expressão nos enche de esperança, por outro somos envolvidos pelo receio, o medo que essa escolha pode implicar.

Escolher pode trazer a transformação inesperada à vida, escolher remete-nos para a responsabilidade de assumir as consequências dessa mesma decisão, escolher pode implicar um arrependimento pelo lado não escolhido, escolher pode fazer-nos pagar um preço na nossa vida por essa mesma decisão. No entanto, não escolher também, porque quando não escolhemos, quando não decidimos, isso também é uma escolha, exatamente com os mesmos riscos, consequências e preços que daí advêm!

Tantas vezes o receio de escolher nos faz parar no caminho, por não sabermos por onde seguir, passamos a viver num limbo de “roda de hamster” que nos consome minutos, horas, dias de vida, que nos consome a alma só porque tememos escolher a opção errada. Como se existissem opções erradas… O interessante é que ansiamos por essas infinitas e novas oportunidades, vivemos esperando pelo dia em que elas possam acontecer e vacilamos quando finalmente se manifestam.

O génio da lâmpada deu a oportunidade a Aladino de escolher 3 desejos! Apenas 3? Parece tão pouco! 3 desejos são 3 escolhas que podem implicar toda uma mudança do mais simples, ao mais complexo e estaremos nós preparados para o que daí advém? Preparados para que em prol dessa escolha, abdicarmos de uma outra? Provavelmente não… provavelmente o que essa escolha nos oferece pode ser uma possibilidade até melhor do que aquela em que estamos, mas como é desconhecida, assusta. Provavelmente essa nova escolha pode implicar a despedida do que já não serve e isso é desconfortável. Há uma frase que tem anos e diz “mais vale o arrependimento por arriscar, do que por nunca ter tentado”.

As escolhas que fazemos estão sempre certas, assim elas nos inspirem e alimentem a alma. A dúvida surge porque não queremos ouvir a nossa alma, que sabe sempre o que quer, mesmo quando ela nos sussurra, grita ou nos dá os constantes sinais. Mesmo quando nos desorienta a vida para que a possamos ouvir, para que sigamos a sua vontade, o seu propósito, que afinal é o nosso… e nós sabemos bem o que nos quer dizer, mas ignoramos porque, no fundo da nossa essência, sabemos que chegou o momento e temos de escolher, de dar aquele salto de fé e confiar!

E é sempre bom lembrar que uma escolha nunca está errada, afinal, segundo Einstein “uma pessoa que nunca cometeu um erro, é porque nunca tentou algo novo”. Escolher pode até ser um risco, mas é o preço por algo novo na vida! Talvez a escolha nos leve através de um caminho diferente daquele que idealizamos, mas qualquer que seja a escolha que façamos, ela contribuirá sempre para um bem maior, seja este de plena satisfação e de agradável surpresa, seja de aprendizagem e sabedoria. De uma forma ou outra, será sempre para evolução da nossa alma que ama aprender, é por isso que se manifesta aqui, em mim e em ti e através de nós. No fundo, é para que possamos escolher e deixemos a nossa alma experimentar.

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